Notícias

Confira as principais notícias com a OABPrev-RJ

Aporte em fundos de previdência da OABPrev-RJ diminui Imposto de Renda a pagar em 2014

O contribuinte ainda tem a chance de reduzir a mordida do Leão em 2014. Até 31 de dezembro, é possível fazer um aporte em fundos de previdência privada, de forma a diminuir o impacto do Imposto de Renda. A legislação tributária permite que as contribuições à Previdência Complementar sejam deduzidas da base de cálculo do IR, até o limite de 12% da renda bruta.

Nos fundos da OABPrev-RJ, voltados para a advocacia fluminense, essa opção é muito vantajosa. Por exemplo, um advogado que tem renda bruta anual de R$ 100 mil e faz um aporte de R$ 12 mil passará a ter o imposto calculado sobre a base de R$ 88 mil. Em outra simulação, caso a renda anual seja de R$ 200 mil e ele faça um aporte de R$ 24 mil, o IR a pagar será calculado sobre uma base de R$ 176 mil.

“O planejamento financeiro é essencial para o advogado e sua família. Os aportes nos fundos da OABPrev-RJ permitem que ele aproveite melhor a isenção fiscal oferecida pelo Governo. Quem decide ter um plano de previdência complementar está cuidando do seu futuro, acumulando recursos para realizar projetos da família e garantir uma aposentadoria tranquila”, diz Alexandre de Freitas Albuquerque, diretor-presidente da OABPrev-RJ.

O fundo de pensão multipatrocinado da OAB-RJ e da Caarj atende aos advogados e seus familiares, oferecendo aposentadoria programada e seguros contra invalidez ou morte. O objetivo da previdência privada é gerar uma renda complementar aos benefícios pagos pela previdência social em caso de aposentadoria.

Porém, caso o titular do plano precise resgatar em vida o valor acumulado, isso é possível; e caso o titular do plano faleça, os beneficiários podem sacar os recursos depositados na proporção determinada. Nesse último caso, ao mesmo tempo, seria um investimento financeiro e um seguro de vida.

O investimento em fundos da OABPrev-RJ é uma opção a ser considerada em um país formado por uma população cada vez mais idosa. Segundo o IBGE, a expectativa média de vida dos brasileiros nascidos este ano é de 74,8 anos, sendo 71,3 anos para os homens e 78,5 para as mulheres. A esperança de vida chegará a 80 anos em 2041.

“O brasileiro não apenas vive mais tempo, mas também busca uma qualidade de vida melhor depois da aposentadoria. Daí a importância de resguardar o futuro, com aplicações que garantam estabilidade financeira para a família. A OABPrev-RJ está focada justamente no advogado que deseja planejar seu futuro com segurança”, concluiu Alexandre Albuquerque.

Com os planos de previdência da OABPrev-RJ, você pode diminuir a mordida do Leão

Chegou a hora de transformar parte de seu Imposto de Renda em investimento. É simples. A legislação tributária permite que você deduza as contribuições à Previdência Complementar da base de cálculo do IR, até o limite de 12% de sua renda bruta. Assim, vale muito a pena investir nos fundos da OABPrev-RJ.

Por exemplo: o advogado que tem uma renda bruta anual de R$ 100 mil e faz um aporte de R$ 12 mil passará a ter o imposto a pagar calculado sobre a base de R$ 88 mil. Em outra simulação, caso a sua renda seja de R$ 200 mil e você fizer um aporte de R$ 24 mil, a base de cálculo do IR passará a ser de R$ 176 mil.

Esses aportes permitem que os participantes de planos da OABPrev-RJ aproveitem melhor a isenção fiscal oferecida pelo Governo. Não perca a oportunidade de diminuir a mordida do Leão. Quem decide ter um plano de previdência complementar está cuidando do seu futuro, acumulando recursos que poderão ser utilizados para realizar projetos de toda a família e garantir uma aposentadoria confortável. Os benefícios atendem aos advogados e seus familiares, oferecendo aposentadoria programada e seguros contra invalidez ou morte.

Venha conhecer os planos de previdência da OABPrev-RJ. Há uma boa oportunidade de investimento à sua espera. Faça uma simulação do seu caso por este link:  https://www.stockprev.com/oabprevrj/simulador/renda/

É hora de fazer aporte para ter benefício da Receita Federal

Os advogados que até o final dezembro fizerem sua adesão ao plano de previdência OABPrev-RJ terão redução de até 12% da renda bruta no cálculo do imposto de renda.

Por exemplo: quem tem uma renda de R$ 100 mil e faz um aporte de R$ 12 mil passará a ter o imposto a pagar calculado sobre a base de R$ 88 mil. Para o cálculo de outros valores, utilize o simulador criado pela OABPrev-RJ.

Mais detalhes sobre o benefício, pelo site da OABPrev-RJ ou pelo telefone  (21) 2240-9613

Planejadora financeira analisa cenário econômico e dá dicas no Facebook

O cenário econômico brasileiro e mundial estão instáveis, deixando os investidores apreensivos. A OABPrev-RJ acompanha o andamento do mercado diariamente, sempre com o compromisso de garantir o melhor retorno financeiro para os investimentos dos seus participantes. Para ajuda-los a entender melhor o que está acontecendo, a planejadora financeira Leticia Camargo participa da página da OABPrev-RJ no Facebook (www.facebook.com/oabprev-rj) com dicas e análises, desde 15 de julho. Leticia é professora convidada de finanças na FGV e palestrante. É certificada CFP pelo IBCPF, cursou MBA em Finanças pelo IBMEC e é graduada em economia pela PUC-Rio. Nesta edição, ela fala do cenário atual da economia.

1. Como os aumentos do câmbio, da inflação e dos juros afetam os rendimentos dos investimentos no mercado financeiro?

O aumento do câmbio tem um impacto nas importações –  que podem ser de bens e serviços, como também de insumos para a indústria – e desta forma, se houver um repasse deste aumento de custos, esta subida do dólar pode levar a um aumento da inflação. O aumento da inflação impacta negativamente o nosso poder de compra, já que com o mesmo montante podemos comprar menos do que podíamos anteriormente. O mesmo acontece também nos investimentos: se os juros que recebemos em nossas aplicações não conseguirem nem cobrir a inflação, estaremos perdendo poder de compra com as nossas economias.

2. Como as mudanças no cenário internacional, sobretudo nos EUA, tem afetando o Brasil?

Nos último anos as economias dos países emergentes tiveram seu crescimento impulsionado pela grande liquidez internacional. Essas economias receberam investimentos estrangeiros em grande volume, provenientes dos países desenvolvidos, garantindo a prosperidade econômica recente. Nesta primeira metade de 2013, temos visto algumas mudanças no cenário internacional. A economia norte-americana vem dando sinais de maior crescimento e queda no desemprego. O FED (Banco Central americano) vem sinalizando que vai diminuir os incentivos (QE) diminuindo a liquidez internacional e, no futuro, aumentar suas taxas de juros. Este movimento está gerando uma saída de capital dos emergentes rumo aos EUA. Para que possam comprar ativos nos EUA, os estrangeiros vendem seus ativos por aqui, e isto faz com que seus preços caiam e a sua rentabilidade fique comprometida.

 

3. É possível dizer por quanto tempo esse cenário negativo vai impactar os nossos investimentos?

É difícil prever por quanto tempo ainda teremos este cenário negativo e há a possibilidade que a situação ainda se agrave antes de melhorar. Recentemente a Standard and Poor’s deu uma perspectiva de rebaixamento da nota de risco do Brasil e as recentes manifestações populares ainda contribuem para aumentar a instabilidade no nosso país. Esta piora de nossa economia dificulta ainda mais a vinda de novos investimentos por parte do capital estrangeiro agravando a crise interna. Por isso, o ideal é que os investidores efetuem suas aplicações de forma gradual, sendo um pouco a cada mês. Assim, garantem um preço médio minimizando o seu risco.

2013, um ano para novas comemorações

A OABPrev-RJ começa 2013 pronta para novas conquistas. O ano de 2012 deixou muitas razões para comemorar! Um ano de muito trabalho focado em garantir o crescimento da instituição e o melhor atendimento aos nossos participantes. Os investimentos ultrapassaram a casa dos R$ 100 milhões e o rendimento do nosso fundo alcançou 12,34% frente a 7,93%, em 2011. Importante destacar também que esse rendimento foi superior ao CDI, que alcançou apenas 8,40%.

Sabemos que o país passa por uma transformação positiva, que envolve o aumento do crédito e a redução dos juros, mas isso impacta os retornos dos investimentos. Por isso, o alto rendimento e o aumento do patrimônio nos dá a certeza de um trabalho feito com responsabilidade, o que reflete um dos nossos valores: transparência e eficiência na gestão dos recursos dos nossos participantes.

Em 2012, passamos a contar com uma nova equipe de consultores de vendas. Os consultores foram preparados para ajudar ao novo participante a identificar as suas necessidades e como os nossos produtos podem atendê-las. O objetivo é desenvolver um relacionamento cada vez mais próximo com os participantes desde o momento em que adquirem a sua previdência privada. É importante que o participante entenda a importância da previdência privada para sua tranquilidade e da sua família. Além de garantir a sua aposentadoria, garante a realização de sonhos.

Também com foco em atendê-lo melhor, lançamos o novo site. Nele você pode consultar os seus extratos, simular os seus aportes para conquista de benefício fiscal e consultar o nosso estatuto. Desejo a todos vocês muitas vitórias e felicidades.

Abraços. Alexandre Albuquerque

OABPrev-RJ supera meta atuaria e registra rentabilidade de 8,6%

A rentabilidade do fundo OABPrev-RJ  entre janeiro e agosto deste ano foi 8,6%, ultrapassando a meta atuarial de IPCA+5%. “Estamos muito satisfeitos com esse resultado. Em um período de queda das taxas de juros conseguimos superar as nossas metas de rentabilidade para os nossos participantes”, comemora o presidente da OABPrev-RJ, Alexandre Albuquerque.

A queda dos juros é positiva para o aumento do crédito e para acelerar a economia, mas afeta a rentabilidade dos investimentos. “O retorno que os nossos participantes têm investindo no RJPrev está coerente com mercado e, em muitos casos, acima da média. Isso mostra como investir na OABPrev-RJ é uma ótima oportunidade para os advogados cariocas”, ressalta Albuquerque.

2012

2012

OABPrev-RJ responde principais dúvidas sobre efeito da queda de juros nos planos de previdência

Planos de previdência não devem ser alterados por cenários do mercado

O Brasil passa por uma nova etapa rumo à estabilidade econômica, a queda de juros. Há anos o país amarga o primeiro lugar na lista dos juros mais elevados do mundo, agora, com os juros caindo, surgem muitas dúvidas sobre onde investir o seu dinheiro, como ficarão os rendimentos e se você pode ou não perder dinheiro.

Para ajudar aos participantes de planos de previdência, a OABPrev-RJ  e a Mercatto, responsável por administrar os recursos da instituição, tentaram esclarecer algumas dúvidas sobre como os planos de previdência poderiam ser afetados por esse novo cenário.

  1. Para o contribuinte de um plano de previdência faz sentido tirar o seu
    dinheiro para investir de outra forma?
    Resposta: A poupança previdenciária deve ser pensada no longo prazo, onde ocorrerão, ao longo dos anos, diversas mudanças do cenário econômico, logo, não há sentido em alterar o seu investimento previdenciário devido a mudanças das condições
    de mercado. A alteração do investimento, como, por exemplo, migração entre planos mais ou menos arrojados de previdência, deve ocorrer com a eventual mudança de perfil do investidor. Se o investidor quer ter um perfil mais ousado e disposto ao risco, por exemplo, pode avaliar quais os planos mais adequados ao seu perfil. No entanto, não deve esquecer que a previdência é a sua poupança para o período de aposentadoria e ele deve considerar quanto tempo de contribuição ainda tem antes tomar qualquer decisão.
  2.  A queda de juros e a mudança na poupança representam risco para o participante de um plano de previdência?
    Resposta: Caso o plano de previdência mantenha seu perfil inalterado, os riscos também não serão alterados.

Qual a dica do especialista para quem contribui para um plano de
previdência agora, o que ele deve observar para tomar decisões sobre o seu plano.
Resposta: A decisão sobre o investimento previdenciário não depende das condições momentâneas da economia, o investidor deverá analisar o seu perfil de investimento, ou seja, entre outras variáveis analisar quanto tempo falta até a aposentadoria. Quanto maior o tempo disponível para o investimento mais risco ele poderá assumir escolhendo perfis arrojados de investimento e o longo dos anos, deverá tornar o investimento mais conservador, pois perto de sua aposentadoria.

OABPrev-SP: Controle de despesas

Acolher novos participantes, melhorar a rentabilidade, aumentar o patrimônio. São princípios que norteiam a boa gestão em qualquer fundo de previdência, mas não bastam: se não forem acompanhados de um rígido controle de despesas, a evolução do plano pode ficar comprometida. É a própria Previc (Superintendência Nacional de Previdência Complementar) quem afirma, por meio de um estudo do Diace (Diretoria de Assuntos Atuariais, Contábeis e Econômicos): “A eficiência do gerenciamento das despesas administrativas se apresenta como tema de reconhecida relevância para o sistema de previdência complementar brasileiro quando se considera a necessidade de defesa dos interesses de participantes, patrocinadores e instituidores dos planos de benefícios. Assim, as despesas administrativas devem ser amplamente difundidas como fonte de comparabilidade da qualidade e da alocação dos gastos administrativos, contribuindo para elevação da eficiência operacional das EFPCs (Entidades Fechadas de Previdência Complementar)”.
Os números demonstram que a OABPrev-SP é gerida com o rigor exigido em termos de gastos. Ao longo de 2010, 2011 e dos primeiros quatro meses de 2012, houve significativas elevações dos ativos e do número de participantes. Paralela e proporcionalmente, as despesas caíram. Pelo levantamento da A. B. Sápiras Gestão Empresarial, empresa que assessora o fundo dos advogados, no fim de 2010 as despesas anuais da OABPrev-SP representaram 2,09% dos ativos totais da entidade, então em R$113,18 milhões, para um contingente de 22.882 participantes. Em 2011, os gastos anuais equivaleram a 1,53% dos ativos, então em R$162,78 milhões, para 25.774 participantes.
Em 2012, até 30 de abril, então com 26.606 participantes, a OABPrev-SP gastou com administração e pagamento a terceiros apenas 0,54% dos seus ativos, na data em R$182,57 milhões. Pelas projeções da A. B. Sápiras, no fim deste ano o fundo da advocacia reunirá 28.270 participantes, disporá de ativos da ordem R$231,13 milhões e não terá gasto mais do que 1,29% com itens administrativos e serviços de terceiros.
“Tais resultados são fruto de uma gestão responsável, que se preocupa em aplicar de forma correta os recursos dos advogados. Nosso objetivo é manter o número de participantes e o patrimônio em franco crescimento, mantendo as despesas administrativas do fundo nos menores patamares possíveis”, comenta o presidente da OABPrev-SP, Luís Ricardo Marcondes Martins.
São várias a medidas administrativas que possibilitam a queda proporcional das despesas da OABPrev-SP. Segundo Marco Antonio Cavezzale Curia, diretor financeiro da entidade, a adoção do boleto eletrônico é uma delas. “Os participantes podem concorrer de forma eficaz para a redução das despesas administrativas aderindo ao modelo de boletagem por via eletrônica. São mais de 26 mil boletos emitidos por mês. Se nos empenharmos em eliminar o papel e a postagem, nosso custo tende a cair ainda mais ao longo do tempo”, explica Cavezzale.   (Diário dos fundos de Pensão)

Previdência Pública e Previdência Privada

Pesquisa da OABPrev-RJ constatou que 25,68% dos advogados cariocas não contribuem para a Previdência pública

A pesquisa revela, que 87,53% se “preocupam” com a aposentadoria, mas não têm a cultura da previdência complementar, muitas vezes não fazem o recolhimento para o INSS e não disponibilizam recursos periódicos para uma reserva futura.
A pesquisa contou com cerca de 900 advogados entre 22 e 45 anos, 40% estão entre 22 e 30 anos e 35,64% disseram que são muito novos para pensar no assunto.
Sem entrar no mérito da obrigatoriedade das contribuições para o RGPS, a pesquisa reflete a nossa cultura do não planejamento financeiro; enquanto outros países esse tema é essencial para as pessoas, observamos que aqui, a preocupação vem bem mais tarde. É quando, notadamente entre os profissionais liberais, começam a enxergar com outros “olhos” o benefício da aposentadoria no Regime Geral.  Ela já não parece tão ruim, mas como regularizar, conhecer e usufruir do melhor benefício?,  como complementar? Dá tempo?
Nas próximas postagens vamos abordar o assunto, como:  Planejamento e projeção do benefício da Previdência do Regime geral, análise financeira desse benefício, análise da previdência privada, como projetar uma renda futura (quanto aportar mensalmente para retiradas futuras) e o impacto da redução das taxas de juros nos planos da previdência privada.

Sayeg diz que pesquisa quer descredenciar sua campanha por Marcos de Vasconcellos

O pré-candidato Ricardo Sayeg está estudando se vai processar o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), que fez a primeira pesquisa eleitoral para as seccionais da OAB. Segundo o advogado, ao não colocar seu nome como uma das opções possíveis de voto, o Ipespe, ou quem encomendou a pesquisa, buscou descredenciar sua candidatura. Um dos candidatos apontados pela pesquisa era Hermes Barbosa, que participa da chapa de Sayeg. Dois advogados afirmam que foram entrevistados para a pesquisa, em abril, mas o nome de Sayeg não foi apresentado como uma opção.

Nome a mais
Enquanto Sayeg sentiu falta do seu nome na pesquisa, o advogado Fernando Fragoso, presidente do Instituto dos Advogados do Brasil, estranhou a presença do seu nome como pré-candidato à presidência da OAB-RJ. Segundo ele, “todos os advogados” do Rio de Janeiro sabem que ele não disputaria a Seccional fluminense. Na pesquisa estimulada, Fragoso ficou com 7% das intenções de voto, atrás de Wadih Damous — que, mesmo já tendo manifestado que não concorrerá novamente ao cargo, ficou com 47% das intenções de voto. Com a saída de Damous, Felipe Santa Cruz assume como único candidato da situação. Na pesquisa, Santa Cruz também foi colocado como opção e ficou com 4%.

Bons resultados
Quem gostou da pesquisa foi a campanha do pré-candidato Alberto Zacharias Toron. A equipe de campanha circulou e-mails mostrando Toron com 10% das intenções de voto, na frente dos nomes de Marcos da Costa (6%) e Raimundo Hermes (5%). A grande maioria dos paulistas, mais precisamente 73%, ainda aparece como indecisa.

Aprovação em alta
Apesar da posição desfavorável ao candidato da situação, Marcos da Costa, a pesquisa foi divulgada também pela seccional paulista da OAB, mostrando que o presidente da entidade, Luiz Flávio Borges D’Urso, goza de 83% da aprovação dos advogados.

Questão da aposentadoria
A aposentadoria do advogado deve entrar em breve nos debates entre candidatos às OABs estaduais. O problema é grave, apontou uma pesquisa feita pela OABPrev-RJ. O levantamento, feito entre os dias 20 de março e 13 de abril, mostrou que 87,53% dos advogados dizem se preocupar com a aposentadoria, mas 25,68% não contribuem nem para a previdência pública, o INSS. Foram ouvidos 900 advogados com idade entre 22 e 45 anos.

Pé na estrada
Roberto Podval incrementou a agenda de viagens fora da capital paulista. Na última semana, ele esteve em reuniões em Rio Claro, Franca e Ribeirão Preto. Segunda-feira (28/5) foi aos municípios de Espírito Santo do Pinhal, Vargem Grande Paulista, Aguai e Casa Branca. Nesta terça-feira (29/5), o pré-candidato será recebido em um coquetel em São João da Boa Vista. Na próxima quinta-feira (31/5), Podval ministrará aula magna para os alunos do curso de Direito do Centro Universitário de Rio Preto.

Estudo em equipe
A equipe de Rosana Chiavassa está com a cara nos livros, estudando e se preparando para o debate que será no dia 6 de junho, na PUC-SP. A idéia é analisar possíveis pontos que serão abordados, considerando a audiência que deverá ser, em sua maioria, de estudantes. Entre os pontos chave estão a formação do advogado, o currículo das faculdades de Direito, o Exame de Ordem e o mercado de trabalho para iniciantes.

Entrega de carteiras
Na última semana, o candidato Ricardo Sayeg fez campanha em Limeira, Araras, Rio Claro e São José do Rio Preto, e encontrou com advogados. Em Rio Claro, Sayeg participou da entrega de carteiras da Ordem na seccional.

Discurso e pizza
Na última quinta-feira (24/5), Alberto Zacharias Toron falou para cerca de 50 advogados do Vale do Paraíba, numa pizzaria de Caçapava. No dia seguinte, foi com outros 50 a uma pizzaria de Sertãozinho, onde fechou pareceria com Joanilson Barbosa dos Santos, que será candidato para a subseção da cidade. No sábado (26/5), almoçou com cerca de 200 advogados da região de Ribeirão Preto. No início desta semana, encontrou-se com advogados do Vale do Paraíba em Taubaté e, na próxima quarta-feira (30/5), segue para mais uma pizzaria. Desta vez em Moema, São Paulo.

Marcos de Vasconcellos é repórter da revista Consultor Jurídico.

Dúvidas sobre efeito da queda de juros em plano de previdência

Para ajudar aos participantes de planos de previdência, a OABPrev-RJ e a Mercatto, responsável por administrar os recursos da instituição, tentaram esclarecer algumas dúvidas sobre como os planos de previdência poderiam ser afetados por esse novo cenário.

Seguro a companhia, a poupança previdenciária deve ser pensada no longo prazo, onde ocorrerão, ao longo dos anos, diversas mudanças do cenário econômico. Logo, não há sentido em alterar o investimento previdenciário devido a mudanças das condições de mercado. A alteração deve ocorrer com a eventual mudança de perfil do investidor.

Outra dúvida comum, sobre a queda de juros e a mudança da poupança, foi esclarecida, e segunda a OABPrev-RJ, caso o plano de previdência mantenha seu perfil inalterado, os riscos também não serão alterados.

Segundo o especialista, a decisão sobre o investimento previdenciário não depende das condições momentâneas da economia – o investidor deverá analisar o seu perfil de investimento, ou seja, entre outras variáveis analisar quanto tempo falta até a aposentadoria. Quanto maior o tempo disponível para o investimento mais risco ele poderá assumir escolhendo perfis arrojados de investimento e o longo dos anos, deverá tornar o investimento mais conservador, pois perto de sua aposentadoria não deve incorrer em riscos elevados.

Previdenciários com dúvidas

A OABPrev-RJ e a Mercatto, responsável por administrar os recursos da instituição, identificaram que os participantes de planos de previdência têm incertezas acerca do novo cenário econômico brasileiro. Para isso, tentaram esclarecer algumas dúvidas sobre como o setor poderia ser afetado com a queda dos juros.
Confira o questionário elaborado pelas instituições.
Para o contribuinte de um plano de previdência faz sentido tirar o seu dinheiro para investir de outra forma?
A poupança previdenciária deve ser pensada no longo prazo, onde ocorrerão, ao longo dos anos, diversas mudanças do cenário econômico, logo, não há sentido em alterar o seu investimento previdenciário devido a mudanças das condições de mercado. A alteração do investimento, como, por exemplo, migração entre planos mais ou menos arrojados de previdência, deve ocorrer com a eventual mudança de perfil do investidor. Se o investidor quer ter um perfil mais ousado e disposto ao risco, por exemplo, pode avaliar quais os planos mais adequados ao seu perfil. No entanto, não deve esquecer que a previdência é a sua poupança para o período de aposentadoria e ele deve considerar quanto tempo de contribuição ainda tem antes tomar qualquer decisão.
A queda de juros e a mudança na poupança representam risco para o participante de um plano de previdência?
Caso o plano de previdência mantenha seu perfil inalterado, os riscos também não serão alterados.
Qual a dica do especialista para quem contribui para um plano de previdência agora? O que ele deve observar para tomar decisões sobre o seu plano?
A decisão sobre o investimento previdenciário não depende das condições momentâneas da economia, o investidor deverá analisar o seu perfil de investimento, ou seja, entre outras variáveis analisar quanto tempo falta até a aposentadoria. Quanto maior o tempo disponível para o investimento mais risco ele poderá assumir escolhendo perfis arrojados de investimento e o longo dos anos, deverá tornar o investimento mais conservador, pois perto de sua aposentadoria não deve incorrer em riscos elevados. (Anna Ramalho – Jornal do Brasil)

Pesquisa da OABPrev-RJ revela que maioria dos advogados não contribuem com planos de previdência complementar

A OABPrev-RJ realizou uma pesquisa com cerca de 900 advogados cariocas para saber como eles estão cuidando da sua previdência complementar. O levantamento, realizado entre os dias 20 de março e 13 de abril, contou com advogados entre os 22 e 45 anos, sendo 52,59% de mulheres.  Sobre a preocupação com a aposentadoria, 87,53% responderam que se preocupam com este período da vida, mas 25,68% não contribuem nem para a previdência pública, o INSS.

Os dados relevam que os advogados ainda não têm a cultura da previdência complementar, o que é necessário para assegurar uma aposentadoria confortável. “A maioria dos advogados atua de forma autônoma, por isso, muitas vezes não fazem contribuição para o INSS e não disponibilizam recursos mensais para uma reserva para o futuro. O que nós queremos é desenvolver um programa de educação previdenciária junto ao nosso público-alvo, ajudando-o a iniciar o seu plano de previdência.”, conta o presidente da OABPrev-RJ, Alexandre Albuquerque.

A avaliação da pesquisa mostrou uma relação entre a idade e a decisão de não     contribuir para previdência complementar. Do total de entrevistados, cerca de 40% estão entre os 22 e 30 anos e 35,64% disseram que não fazem reservas para a aposentadoria porque são muito novos para pensar no assunto. “O objetivo é mostrar para esses advogados que quanto mais cedo eles começarem a poupar, maiores serão as reservas para a aposentadoria”, acrescenta Albuquerque.

Mais informações

Buoo Comunicação

Milena Herdeiro – 8077-5859

milenaherdeiro@buoo.com.br

Bruna Hess – 8855-2230

brunahess@buoo.com.br

OABPrev-RJ e a subseção de São Gonçalo da OAB promovem a semana da previdência

OABPrev-RJ, plano de previdência desenvolvido exclusivamente para os advogados associados da OAB-RJ e seus dependentes inscritos na CAARJ, em parceria com a subseção de São Gonçalo, estão promovendo a Semana da Previdência em São Gonçalo, no período de 15 a 19/03.

O evento, que acontecerá na sede da subseção, tem o objetivo de estimular a cultura previdenciária nos advogados e mostrar os benefícios e vantagens de investir em um plano de previdência.

Neste período, a OABPrev-RJ estará presente com consultores para apresentar o plano, fazer simulações, tirar dúvidas e dar todas as orientações sobre como investir.

Funpresp deve fortalecer setor de previdência complementar

A criação do Funpresp (Fundação de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais) deve fortalecer o setor de previdência complementar nos próximos anos, segundo a avaliação do presidente da OABPrev-RJ,fundo de previdência complementar fechado para advogados e familiares, Alexandre Albuquerque.
Para Albuquerque, a criação de um novo grande fundo fechado chama atenção da população para o debate, incentivando o interesse pelo o tema. “Um dos grandes desafios é conscientizar as pessoas de que elas precisam começar, o mais cedo possível, a contribuir a previdência complementar. A incapacidade do Estado em garantir uma aposentadoria confortável para população não é uma característica do Brasil, é uma realidade mundial”, explica ele.
A criação do Funpresp ainda terá de ser votada no Senado. A Câmara aprovou o texto do projeto de lei no dia 29 de fevereiro. O ponto mais relevante do texto é que os servidores públicos federais, que tomarem posse após a criação do fundo, não terão mais direito a aposentadoria com valor integral do salário e quem não aceitar contribuir com 7,5% do salário irá receber a aposentadoria de acordo com os valores do INSS, cujo teto é hoje de R$ 4 mil.”O governo dá um passo muito importante com o Funpresp, pois reduz privilégios com os quais a sociedade brasileira não pode mais arcar”.

Fundos fechados

Por Pedro Canário

A criação de um novo fundo fechado de previdência privada pelo governo federal agradou os advogados cariocas. É o Funpresp, a Fundação de Previdência Privada dos Servidores Públicos Federais. Alexandre Albuquerque, presidente do plano de previdência da OAB do Rio, o OABPrev-RJ, afirmou que o novo fundo deve chamar a atenção da sociedade para a necessidade de, cada vez mais cedo, começar-se a investir em seus próprios planos de previdência privada de fundo fechado.

Pedro Canário é repórter da revista Consultor Jurídico.

OABPrev-RJ vê expansão do setor com a criação do Funpresp

A criação do Funpresp, Fundação de Previdência Complementar dos Servidores Públicos Federais, deve fortalecer o setor de previdência complementar nos próximos anos, segundo a avaliação do presidente da OABPrev-RJ, fundo de previdência complementar fechado para advogados e familiares, Alexandre Albuquerque.

Atualmente, o Brasil conta com duas modalidades de previdência complementar: aberta e fechada. Os fundos fechados são aqueles que apenas determinado grupo de profissionais podem participar, por isso, existe um número restrito desses fundos, sendo os mais conhecidos a Previ, do Banco do Brasil, e a Petros, da Petrobras.

 

Para Albuquerque, a criação de um novo grande fundo fechado, chama atenção da população para o debate, incentivando o interesse pelo o tema. “Um dos grandes desafios é conscientizar as pessoas de que elas precisam começar, o mais cedo possível a contribuir a previdência complementar. A incapacidade do Estado em garantir uma aposentadoria confortável para população não é uma característica do Brasil, é uma realidade mundial”, explica.

 

A criação do Funpresp ainda terá de ser votada no Senado. A Câmara aprovou o texto do Projeto de Lei no dia 29 de fevereiro. O ponto mais relevante do texto é que os servidores públicos federais, que tomarem posse após a criação do fundo, não terão mais direito a aposentadoria com valor integral do salário e quem não aceitar contribuir com 7,5% do salário irá receber a aposentadoria de acordo com os valores do INSS, cujo teto é hoje de R$ 4 mil. “O governo dá um passo muito importante com o Funpresp, pois reduz privilégios com os quais a sociedade brasileira não pode mais arcar”.

Fonte: Monitor Mercantil

Redução de imposto para contribuintes da OABPrev-RJ

Os advogados que até o final dezembro fizerem sua adesão ao plano de previdência OABPrev-RJ terão redução de até 12% da renda bruta no cálculo do imposto de renda.

Por exemplo: quem tem uma renda de R$ 100 mil e faz um aporte de R$ 12 mil passará a ter o imposto a pagar calculado sobre a base de R$ 88 mil. Para o cálculo de outros valores, utilize o simulador criado pela OABPrev-RJ.

Mais detalhes sobre o benefício, pelo site da OABPrev-RJ ou pelo telefone  (21) 2240-9613.

Fonte: redação da Tribuna do Advogado

Previdência: cuidado na corrida pelo ganho fiscal

Especialistas mostram quando é vantajoso fazer aportes de fim de ano em fundos para deduzir do Imposto de Renda

Vinicius Neder

RIO – É comum, todo fim de ano, uma corrida aos planos de previdência privada para, no ano seguinte, o investidor deduzir a aplicação na Declaração de Imposto de Renda (IR). Mas quando a estratégia realmente vale a pena? Especialistas alertam: somente na modalidade Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL) e o total dos aportes não deve ultrapassar o limite de 12% da renda. Isso porque os valores excedentes não poderão ser deduzidos.

— Quem investe em PGBL só tem a ganhar aplicando o máximo de 12% da renda, pois é um recurso a ser recuperado no próximo ano — diz o consultor de investimento Gustavo Cerbasi, referindo-se à restituição do IR.

A outra modalidade de previdência privada, o VGBL (Vida Geradora de Benefício Livre), não permite dedução no IR. Por isso, é indicada para quem faz a declaração do IR no modelo completo — contribuintes cujas despesas dedutíveis (escola dos filhos, dependentes, saúde etc.) somem mais de 25% da renda bruta anual.

No caso do PGBL, em 29 de dezembro termina o prazo para os aportes realizados ao longo de 2011 serem contabilizados como dedução da base de cálculo do IR. No caso de uma pessoa com renda bruta anual de R$ 100 mil — salário mensal de R$ 7,5 mil, considerados 13 e um terço de férias — que aplicou no PGBL até este mês o valor mensal de cerca de R$ 900, totalizando R$ 10 mil, será preciso investir mais R$ 2 mil em dezembro para garantir o máximo do benefício fiscal. A aplicação de R$ 12 mil garantiria para essa pessoa uma economia de R$ 3.300 no IR. Caso ela aplique R$ 10 mil, a economia será de R$ 2.750 — ou seja, o investidor pagará R$ 550 a mais de imposto após fazer a Declaração Anual de 2012.

Segundo executivos de seguradoras, nem sempre os investidores de PGBL estão atentos ao limite de 12%. Para alertá-los, a maioria das empresas aproveita o fim do ano para lançar campanhas sobre o assunto.

Arrecadação tem forte alta nesta época do ano

— Fazemos cerca de 25% da captação do ano em novembro e dezembro — diz o diretor de canais alternativos da Icatu Seguros, Guilherme Hinrichsen.

No Bradesco, a arrecadação do último bimestre responde por 22% do total anual. No Itaú Unibanco, a concentração é de cerca de 25%, segundo o diretor-executivo da Itaú Seguros Previdência e Capitalização, Osvaldo Nascimento. Na Mongeral Aegon, a estratégia é contactar os clientes, verificando se já usaram ao máximo o benefício fiscal.

— Muitos investidores passam direto por essa questão do benefício fiscal — diz Leonardo Lourenço, superintendente de produtos da Mongeral Aegon.

O advogado Ricardo Cantanheda, por exemplo, nem sempre fica atento à questão tributária na hora de aplicar no plano de previdência do qual participa desde 1999. Ele começará a receber as parcelas do plano ou poderá sacar totalmente os recursos em 2014. O objetivo do investimento, diz ele, foi garantir rendimento maior na aposentadoria.

— A aposentadoria do INSS é mínima — reclama Cantanheda, que ainda não decidiu se optará por receber o rendimento mensal ou se sacará os recursos de uma vez.

Consultor recomenda pesquisar opções de planos

Para o diretor-presidente da Bradesco Vida e Previdência, Lúcio Flávio de Oliveira, os benefícios fiscais “são cruciais” para tornar os planos de previdência privada vantajosos.

As campanhas das seguradoras costumam também focar no aumento de renda no fim do ano, com o décimo terceiro salário, bonificações e premiações. A renda extra pode ser mais uma oportunidade para os investidores aumentarem seus aportes nesta época.

Por outro lado, pondera o consultor Cerbasi, a estratégia de usar o abono de fim de ano deve ser bem planejada. Geralmente, o início do ano é marcado por gastos maiores, como matrícula nas escolas, IPVA e IPTU. Não adianta usar o ganho adicional do fim do ano para economizar no IR e depois entrar no cheque especial para arcar com os gastos do início do próximo ano.

De qualquer forma, Cerbasi recomenda muita pesquisa antes de escolher o plano de previdência. Além das modalidades PGBL e VGBL, é preciso optar pelo regime tributário — o IR pode ser cobrado de forma progressiva (quanto maior o recurso a ser sacado, maior o imposto) ou regressiva (quanto maior o tempo de aplicação, menor o imposto).

Keyton Pedreira, diretor-executivo da corretora especializada em seguro e previdência Nunes & Grossi, destaca que o regime tributário não influi na vantagem fiscal da dedução permitida no PGBL. Ainda assim, as opções devem ser feitas analisando o perfil do investidor, caso a caso.

Uma saída, diz Cerbasi, é procurar um corretor de seguros especializado em previdência. Além disso, para o especialista, o planejamento deve ser feito para o ano todo e não apenas perto do Natal:

— Um bom momento para pensar sobre as finanças pessoais pode ser justamente a época da Declaração Anual do IR.

Para ajudar seus clientes a aproveitar ao máximo o benefício fiscal do PGBL, o OABPrev-RJ, fundo de advogados no Rio de Janeiro, lançou um simulador da economia com o IR. Embora o público-alvo do serviço seja quem já aplica no fundo, o simulador é aberto a qualquer internauta, segundo Alexandre Albuquerque, presidente do OABPrev-RJ.

Pesquisar